Centro Cultural Rio de Janeiro

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 Carta de Serviços ao Cidadão

A Carta de Serviços do Centro Cultural Correios Rio de Janeiro apresenta as atividades, serviços e formas de acesso oferecidos ao público. O documento reúne informações sobre visitação, pesquisas, exposições, projetos culturais, acessibilidade e canais de atendimento. Seu objetivo é orientar e aproximar os cidadãos da unidade cultural, fortalecendo o acesso à memória e à história da comunicação postal e telegráfica no Brasil e ainda a diversas atrações culturais.

Clique aqui e acesse a Carta de Serviços do Centro Cultural - RJ

  Visitação

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro Corredor Cultural, Rio de Janeiro – RJ, CEP 20010-060

Funcionamento: Terça a sábado, das 12h às 19h.

Informações e agendamento de visitas: (21) 3088-3001 / centroculturalrj@correios.com.br

Entrada Franca.

Para conhecer todas as regras, orientações e procedimentos de visitação, recomenda-se a consulta à Carta de Serviços do Centro Cultural Correios Rio de Janeiro. O documento reúne informações sobre visitas (livres e guiadas), agendamentos, apresentação de projetos culturais, acessibilidade, registro de fotos e demais normas que garantem a preservação do acervo e uma experiência segura e agradável para todos os visitantes.

Como chegar: Metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até à Av. Rio Branco/Uruguaiana).

Clique aqui e acesse a localização

O imóvel foi inaugurado em 1922

As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

Foto da Fachada do Centro Cultural
Foto exposição selo

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios

aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações,

adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos, com galerias preparadas para exposições de arte, interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No segundo andar, se encontra a Sala de Vídeo, espaço preparado para receber projetos de Audiovisual, Palestras, Workshops entre outros, e capacidade para 40 pessoas.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 170 pessoas. Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infraestrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Foto do Salão de Exposição
Foto do Teatro do Centro Cultural

Praça dos Correios

uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto. O local também está apto a acolher ações propostas por artistas, curadores e produtores culturais.

 Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro

Programação

  Exposição: Pedra do Osso
O folder apresenta fundo branco, duas imagens que lembra pedras e o seguinte texto - Centro Cultural Correios apresenta. Anna Paes. Pedra do Osso. Abertura - 12 agosto, quarta-feira, 16h - 19h. Exposição: 13 agosto - 26 setembro 2026. terça-feira - sábado - 12h - 19h. Entrada Franca. Apoio: Centro Cultural Correios / Athena

Serviço

Exposição: Pedra do Osso
Artista: Anna Paes
Curadoria: Gabriel San Martin
Abertura: 12 de agosto de 2026
Visitação: de 13 de agosto a 26 de setembro de 2026
Local: Centro Cultural Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada gratuita
Classificação Indicativa: Livre
Acessibilidade: Adaptado para pessoas cadeirantes.
Como chegar:
Metrô (estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega);
Ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária);
Barcas (Terminal Praça XV);
VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV);
Trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/ Uruguaiana)

Athena Galeria apresenta Pedra do Osso, exposição individual de Anna Paes no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.

A Athena tem o prazer de apresentar "Pedra do Osso", exposição individual de Anna Paes no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro. A exposição propõe um diálogo entre o tempo geológico e a presença humana, estruturando-se através de duas séries que, embora distintas em seus processos, convergem na investigação da memória, da matéria e da nossa relação com o planeta.

A série em papel "Restos de Animais Preservados em Rocha" opera como uma construção de arquivos poéticos. Ao combinar procedimentos técnicos variados — que vão da apropriação de imagens de anatomia animal a desenhos, aquarelas, sedimentos de rochas e colagens — o trabalho busca mimetizar o aspecto de registros fósseis.

A intenção central é criar uma ficção visual que, ao fundir os reinos vegetal, animal e mineral, evoca a consciência de Gaia. O trabalho atua como um convite para que o espectador se desloque da lógica do Antropoceno, imaginando outras formas de existência e produção social. É uma crítica direta à cisão entre homem e natureza, consolidada pelo pensamento iluminista e exacerbada pelo modelo neoliberal, propondo, em contrapartida, uma simbiose material e espiritual.

Nos "Vestígios Arqueológicos", a investigação se volta para as condições arcaicas da representação. Utilizando o método arqueológico, as obras reúnem fragmentos coletados em viagens e no cotidiano do entorno do ateliê para compor enunciados visuais que funcionam como enigmas. O uso da polpa de papel como suporte para uma escrita rudimentar situa o trabalho na fronteira entre o símbolo e a abstração.

Esse desdobramento atinge seu ápice na instalação "Círculo Solar Neolítico", composta por 24 peças que remetem aos monumentos megalíticos da antiguidade. Ao dispor esses elementos em círculo, o trabalho evoca rituais e a observação do cosmos, posicionando a escrita como o elo mediador entre o tempo cósmico e a finitude da vida humana.

  Exposição: Inefável Presença
Folder com fundo na cor marrom, na parte superior um desenho abstrato que lembra ser pintado à mão. E o seguinte texto - Centro Cultural Correios apresenta - Inefável Presença. 19 de agosto a 10 e outubro. Centro Cultural Correios.

Serviço

Exposição: Inefável Presença
Artista: Coletiva
Curadoria: Ayla de Oliveira
Abertura: 19 de agosto de 2026
Visitação: de 20 de agosto a 10 de outubro de 2026
Local: Centro Cultural Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada gratuita
Classificação Indicativa: Livre
Acessibilidade: Adaptado para pessoas cadeirantes.
Como chegar:
Metrô (estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega);
Ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária);
Barcas (Terminal Praça XV);
VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV);
Trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/ Uruguaiana)

Athena Galeria apresenta Pedra do Osso, exposição individual de Anna Paes no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.

A Athena tem o prazer de apresentar "Pedra do Osso", exposição individual de Anna Paes no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro. A exposição propõe um diálogo entre o tempo geológico e a presença humana, estruturando-se através de duas séries que, embora distintas em seus processos, convergem na investigação da memória, da matéria e da nossa relação com o planeta.

A série em papel "Restos de Animais Preservados em Rocha" opera como uma construção de arquivos poéticos. Ao combinar procedimentos técnicos variados — que vão da apropriação de imagens de anatomia animal a desenhos, aquarelas, sedimentos de rochas e colagens — o trabalho busca mimetizar o aspecto de registros fósseis.

A intenção central é criar uma ficção visual que, ao fundir os reinos vegetal, animal e mineral, evoca a consciência de Gaia. O trabalho atua como um convite para que o espectador se desloque da lógica do Antropoceno, imaginando outras formas de existência e produção social. É uma crítica direta à cisão entre homem e natureza, consolidada pelo pensamento iluminista e exacerbada pelo modelo neoliberal, propondo, em contrapartida, uma
“Inefável Presença”

Exposição “Inefável Presença” reúne, até outubro, nove artistas do Ateliê Oruniyá no Centro Cultural dos Correios.

Com curadoria de Ayla de Oliveira, coletiva de artistas apresenta desenhos e pinturas a óleo que atravessam paisagem, memória, natureza, sagrado e cotidiano.

De 19 de agosto a 10 de outubro, o Centro Cultural dos Correios, no Centro, irá receber a exposição Inefável Presença, reunindo nove artistas cuja produção foi atravessada pela convivência no Ateliê Oruniyá, na Tijuca. Com curadoria de Ayla de Oliveira, a mostra apresenta trabalhos de Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos, Paula Siebra, Nelson Macedo, Ana Moura, Lucas Moura e Renato Alvim. São desenhos e pinturas a óleo que partem de investigações individuais, mas compartilham a prática do ateliê, o estudo da tradição pictórica e a compreensão da pintura como campo de transmissão, diálogo e continuidade.

Nas obras, paisagens reconhecíveis se transformam em atmosferas de sonho; figuras femininas se fundem à natureza; conchas herdadas tornam-se imagens de proteção e memória; cenas cotidianas revelam o imaginário popular; e a luz faz surgir portais, vultos e aparições. A exposição propõe ao visitante uma experiência em que matéria, cor e imagem não precisam se encerrar em uma explicação única.

A história do grupo começou em 2017, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde Nelson Macedo era professor de desenho de modelo vivo. A partir desse encontro, alunas passaram a frequentar seu ateliê e conheceram também a artista e professora Ana Moura. Durante sete anos, os encontros semanais reuniram Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos e Paula Siebra sob a orientação de Nelson e Ana e com o acompanhamento de Lucas Moura e Renato Alvim.

As segundas-feiras à noite iam além das aulas de desenho e pintura. A prática era acompanhada por conversas sobre cinema, poesia, arte popular e história da arte, além do contato com textos e referências de artistas brasileiros e de diferentes tradições. O que começou como uma turma de pintura consolidou-se como uma comunidade de artistas unida pelo exercício contínuo do olhar e pela investigação da imagem.

“Existia um certo medo de que não houvesse espaço no mercado para o nosso trabalho por ser uma pintura mais figurativa. Quando entrei no mercado de arte, fui percebendo e mostrando aos outros que havia, sim, pessoas interessadas em conhecer a pintura e que existia espaço para essa pesquisa”, conta Ayla de Oliveira.

É desse percurso que nasce Inefável Presença. O título aproxima duas ideias: o inefável, aquilo que não pode ser inteiramente traduzido em palavras, e a presença, aquilo que se manifesta e se oferece ao encontro. A pintura surge como uma presença revelada pela matéria, pela cor, pela luz e pela relação entre obra e espectador. Em vez de pedir uma interpretação imediata, a mostra convida o público a desacelerar e permanecer diante das imagens.

Expositores

Nelson Macedo apresenta paisagens em que casas, pessoas, luz e memórias familiares coexistem em espaços de atmosfera etérea. Em Ana Moura, a figura feminina aproxima-se de frutas, folhas, quintais e formações rochosas. Ayla de Oliveira investiga o sagrado e o tempo: em Oferenda para Oxum na cachoeirinha, manchas, seixos, poças, musgo e pequenas flores constroem a passagem entre dois planos da pintura. Anna Lívia Taborda Monahan encontra na natureza e nos animais matéria para criar cenas poéticas moduladas pela luz. Laura Ribeiro de Castro transforma conchas herdadas da avó em abrigos de proteção, fragilidade e memória. Maria Victória Santos observa cenas cotidianas e o imaginário coletivo e popular; em Feira, o movimento das figuras contrasta com o silêncio de seus olhares.

Lucas Moura trabalha a força e o tempo das águas em composições de atmosfera onírica. Renato Alvim explora o limite entre matéria e aparição por meio de pinceladas difusas, vultos, miragens e uma paleta que transita entre terrosos e tons saturados. Paula Siebra investiga a intimidade, o cuidado e a memória familiar; em Crianças de banho tomado, o cotidiano é atravessado pelo olhar próximo de quem observa a presença do outro.

Embora cada artista construa uma pesquisa própria, a exposição evidencia os desdobramentos de uma formação compartilhada. A experiência iniciada no Ateliê Oruniyá permanece nos trabalhos apresentados e nos novos alunos que seguem passando pelo espaço, reafirmando o ateliê como lugar de aprendizado, convivência e continuidade.

“Algumas imagens não se encerram em um significado; elas continuam vivendo em nós. É nessa permanência, nesse encontro entre a obra e o olhar, que a pintura permanece viva”, afirma Ayla de Oliveira.

  Exposição: Matéria Familiar
O folder apresenta imagens abstratas na cor marrom e o seguinte texto - Matéria Familiar. Maria Cherman e Nathalie Ventura. Curadoria - Ana Carla Soler. Apoio - Centro Cultural Correios.

Serviço

Exposição: Matéria Familiar
Artista: Maria Cherman e Nathalie Ventura
Curadoria: Ana Carla Soler
Abertura: 19 de agosto de 2026
Visitação: de 20 de agosto a 10 de outubro de 2026
Local: Centro Cultural Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada gratuita
Classificação Indicativa: Livre
Acessibilidade: Adaptado para pessoas cadeirantes.
Como chegar:
Metrô (estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega);
Ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária);
Barcas (Terminal Praça XV);
VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV);
Trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/ Uruguaiana)

Avó e neta expõem juntas pela primeira vez no Centro Cultural Correios

Maria Cherman e Nathalie Ventura cruzam décadas de distância para revelar coincidências visuais entre seus trabalhos, em mostra com curadoria de Ana Carla Soler

O Centro Cultural dos Correios, no Centro do Rio de Janeiro, recebe a partir de 19 de agosto a exposição Matéria Familiar, que reúne pela primeira vez as obras da artista Maria Cherman e de sua neta, Nathalie Ventura. Com curadoria de Ana Carla Soler e produção de Kassia Meireles, a mostra ocupa as Galerias B e C do 3º andar até 10 de outubro. Cherman e Ventura nunca dividiram um ateliê nem trocaram influências diretas, mais de meio século as separa e cada uma construiu seu percurso de forma independente: Maria pela pintura, escultura, desenho e fotografia; Nathalie pela arquitetura, instalações e desenho. O ponto de partida da exposição é justamente a confluência entre as pesquisas. Colocadas lado a lado, as obras das duas artistas revelam obsessões visuais parecidas, surgidas sem combinação prévia. "A exposição nasce do desejo de construir, entre avó e neta, uma composição sinérgica entre corpos de obra que pareciam distantes à primeira vista", resume a curadora Ana Carla Soler.

A curadoria organiza este encontro em eixos. O primeiro parte da geometria: Maria integrou por anos o coletivo Dez ao Cubo e investiga quinas e ângulos em esculturas e fotografias, enquanto Nathalie, formada em arquitetura, usa o cubo como ponto de partida e de dissolução em suas peças com malha de aço. O segundo eixo é a linha, presente no contorno dos corpos que Maria desenha nas séries Corpo-gráfico e Meus Vermelhos, e nas tramas de pedra, prego e fibra vegetal que Nathalie constrói. Um terceiro eixo aproxima os trabalhos têxteis de Maria, que remetem ao talit, o xale ritual judaico, às estruturas em malha de aço de Nathalie, duas lógicas de tecer que se encontram apesar dos materiais opostos. Por fim, produções recentes das duas artistas abandonam a rigidez geométrica em favor de formas orgânicas inspiradas em raízes e rizomas.

Durante o período de exposição, o Centro Cultural Correios também recebe uma conversa entre a curadora Ana Carla Soler e as artistas Maria Cherman e Nathalie Ventura. Nathalie Ventura também fará o lançamento de um livro dedicado à sua experiência com a fotografia nas residências artísticas que realizou nos últimos anos. As informações completas sobre a programação serão divulgadas em breve nos canais oficiais da instituição. Toda a programação é gratuita.

  Exposição: Reencantar a Terra
O folder apresenta um desenho que parece ser pintado à mão que apresenta várias frutas e algumas flores amarelas e o seguinte texto - Reencantar a terra. 19/08 - 03/10. Curadoria - Clara Anastácia e Juan Nyn. Centro Cultural Rio de Janeiro

Serviço

Exposição: Reencantar a Terra
Artista: Matheus Ribs
Curadoria: Clara Anastácia e Juan Nyn
Abertura: 19 de agosto de 2026
Visitação: de 20 de agosto a 10 de outubro de 2026
Local: Centro Cultural Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada gratuita
Classificação Indicativa: Livre
Acessibilidade: Adaptado para pessoas cadeirantes.
Como chegar:
Metrô (estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega);
Ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária);
Barcas (Terminal Praça XV);
VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV);
Trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/ Uruguaiana)

Reencantar a Terra: Matheus Ribs apresenta nova exposição sobre águas, território e ancestralidade

Em Reencantar a Terra, o artista visual Matheus Ribs apresenta um novo momento de sua pesquisa em pintura, marcado pelo encontro entre figuração, ancestralidade e questões ambientais. Sem abandonar a dimensão política de sua produção, o artista desloca a denúncia para a construção de outros imaginários, nos quais terra, água, animais e corpos deixam de ser compreendidos como recursos e passam a ocupar o lugar de sujeitos de relação.

A água atravessa toda a exposição como força de circulação, memória e transformação. A partir do diálogo entre cosmologias afro-brasileiras e indígenas, Ribs cria imagens que aproximam diferentes formas de existência e propõem outras maneiras de compreender os territórios. Em Gente Peixe – Se as águas tivessem contorno, por exemplo, corpos híbridos entre humanos e peixes imaginam os rios de Abya Yala como territórios vivos, enquanto a série Encantadosevoca presenças ancestrais ligadas às florestas e aos territórios que habitam.

Entre fartura e escassez, devastação e fertilidade, desencanto e reencantamento, a exposição propõe uma mudança de perspectiva diante da relação entre humanidade e natureza. No trabalho Kilombo Aldeya, que encerra o percurso, a bandeira nacional é reelaborada para deslocar a ideia de pátria em direção aos territórios e modos de vida que resistem à lógica colonial.

Reencantar a Terra afirma a pintura como espaço de imaginação e recomposição de vínculos. Reencantar a terra, nesse sentido, é também reconhecer a água como memória, força e continuidade da vida.

  Exposição: Um Sonho em Noite de Insônia
O folder apresenta um fundo na cor preta, com imagens abstratas e na parte inferior apresenta uma luz e o seguinte texto - Um Sonho em Noite de Insônia. Apoio: Centro Cultural Correios.

Serviço


Exposição: Um Sonho em Noite de Insônia
Artista: Marilou Winograd, Mario Camargo
Curadoria: Osvaldo Carvalho
Abertura: 12 de agosto de 2026
Visitação: de 13 de agosto a 26 de setembro de 2026
Local: Centro Cultural Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada gratuita
Classificação Indicativa: Livre
Acessibilidade: Adaptado para pessoas cadeirantes.
Como chegar:
Metrô (estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega);
Ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária);
Barcas (Terminal Praça XV);
VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV);
Trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/ Uruguaiana)

A artista plástica Marilou Winograd apresenta a exposição 'Um Sonho em Noite de Insônia', com curadoria de Osvaldo Carvalho e como artista convidado Mario Camargo, com obras especialmente criadas para a mostra, no Centro Cultural Correios RJ. Esta exposição parte da vigília como matéria e processo, e do sonho como laboratório.

"Em Um Sonho em Noite de Insônia - a soma dos encontros, os trabalhos nos instigam com acúmulos de frações, nos surpreendem com rearranjos caóticos, nos estimulam com o inusitado, nos desafiam a rever conceitos, nos incitam a pensar fora da caixa, enxergar além do óbvio. Estão a nos dizer que nada é eterno, nada é definitivo, nada é perfeito – Wabi-sabi, filosofia estética japonesa que celebra a beleza da imperfeição, da impermanência e da incompletude com origem no zen-budismo. É um convite a abandonar a busca pela perfeição e a vislumbrar contentamento na simplicidade, na autenticidade e nas marcas que o tempo imprime nas coisas. Seus trabalhos se desdobram sobre retalhos do cotidiano revisitados, colados, recosturados, remontados, sem nada a esconder – Kintsug (técnica japonesa de consertar cerâmicas quebradas com uma mistura de laca e ouro, destacando as rachaduras em vez de ocultá-las)", ressalta o curador Osvaldo Carvalho.

''Um Sonho em Noite de Insônia" pode ser visitada de 12 de agosto a 26 de setembro, de terça a sábado, das 12h às 19h, no Centro Cultural Correios RJ, Centro, com entrada franca e censura livre.

  Exposição: A arte que nos une
Folder com fundo em cores escuras coloridas e o seguinte texto- Centro Cultural Correios apresenta a arte que nos une. Rio Córdoba 2026. A celebração da diversidade e da arte contemporânea Latino - Americana. Abertura: 15 de agosto, sábado 15-19h. Centro Cultural Correios.

Serviço

Exposição: A arte que nos une
Artista: Coletiva
Curadoria: Mario Camargo, Pablo Curutchet
Abertura: 12 de agosto de 2026
Visitação: de 13 de agosto a 26 de setembro de 2026
Local: Centro Cultural Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada gratuita
Classificação Indicativa: Livre
Acessibilidade: Adaptado para pessoas cadeirantes.
Como chegar:
Metrô (estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega);
Ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária);
Barcas (Terminal Praça XV);
VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV);
Trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/ Uruguaiana)

A exposição - A Arte que nos Une acontece simultaneamente no Rio de Janeiro e em Córdoba, celebrando a diversidade e a arte contemporânea latino-americana

Após a expressiva repercussão da edição realizada em Córdoba, em 2025, a exposição 'A Arte que nos Une / El Arte que nos Une' chega à sua nova edição, consolidando-se como uma das mais relevantes iniciativas independentes de intercâmbio artístico da América Latina, ampliando seu alcance e acontecendo simultaneamente em dois países, conectando o Centro Cultural Correios RJ e o Museu Metropolitano de Arte Urbana (MMAU), em Córdoba.

Com curadoria de Mario Camargo, Pablo Curutchet e produção de Marcelo Rezende, a mostra constitui uma plataforma de integração cultural, reunindo artistas contemporâneos brasileiros, argentinos e convidados de diferentes países da América Latina, criando um espaço de circulação de ideias, experiências e pesquisas visuais que reafirma a arte como território de encontro e de construção de novas narrativas.

Antes de pertencer a um país, a um continente ou a uma tradição específica, a arte pertence à experiência humana. Ela nasce de um corpo, de uma memória, de um território e de uma história particular. Ao encontrar o público, porém, deixa de pertencer exclusivamente ao artista e passa a existir também no olhar do outro. É justamente nesse espaço de encontro que se constrói o sentido da exposição: reconhecer a arte como uma linguagem capaz de atravessar fronteiras, aproximar pessoas e produzir novos modos de compreender o mundo.

Segundo o curador Mario Camargo, 'a proposta da mostra não é apagar as diferenças entre os países, mas evidenciar a potência que nasce do diálogo entre elas. Cada artista apresenta sua própria pesquisa, seus materiais e sua forma de compreender o tempo em que vive. Em conjunto, entretanto, essas produções revelam algo que ultrapassa suas individualidades: uma frequência comum construída pela criação artística, capaz de estabelecer conexões que independem da nacionalidade ou da língua.'

Reunindo pintura, desenho, escultura, fotografia, gravura, instalação e outras linguagens contemporâneas, a exposição apresenta um amplo panorama da produção artística latino-americana. As obras abordam temas como identidade, memória, território, meio ambiente, deslocamentos, cultura e pertencimento, revelando tanto as singularidades de cada contexto quanto as experiências compartilhadas que atravessam o continente.

A Arte que nos Une reafirma que a arte nasce em um lugar, mas nunca permanece restrita a ele. Ela se move, transforma, cria vínculos e continua pertencendo a todos aqueles que estão dispostos a encontrá-la. Em tempos de fragmentação, a exposição convida o público a reconhecer aquilo que nos aproxima e reafirma a cultura como uma das formas mais potentes de integração entre os povos.

No Rio de Janeiro, a mostra acontece de 15 de agosto a 29 de setembro, no Centro Cultural Correios RJ. Em Córdoba, a abertura será em 26 de agosto, podendo ser visitada até 18 de outubro, no Museu Metropolitano de Arte Urbana (MMAU).

Artistas que participam no Rio de Janeiro

Adriana Nataloni, Andrea Facchini, Andreia Guerra, Antonella Pérez Camacho, Ariel Godoy, Bruno Castaing, Cecilia Rondon, Claudia Andrea Pino, Cris Cabus, Deneir, Diego Galíndez, Diego Serafini, Eliana Tavares, Emiliano Arias, Ernesto Ochoa, Flávio Santoro, Gabriel Petribú, Gustavo Daniel Ríos, Ingrid Lisniczuk, Jabim Nunes, Jack Motta, Javier Almada, Javier Bellomo, Juliano Guilherme, Laura González, Lucas Ardu, Marcela Wirá, Marcelo Rezende, Marcelo Valls, Márcia X Clayton, Mário Camargo, MarQo Rocha, Marta Chiarlo, Natalia Monaco, Nes Budano, Noel de Leon, Olga Suárez, Omar Charaf, Osvaldo Carvalho, Osvaldo Gaia, Pablo Bisio, Pablo Curutchet, Patricia Secco, Paulo Jurgelenas, Pedro Varela, Raquel Saliba, Regina Hornung, Rogério Miranda, Sandra Passos, Sandra Schechtman, Sebastián Alberich, Sílvio Moreia, Solange Jansen, Tetê Dias Leite.

Segundo o curador Pablo Curutchet, 'talvez esse seja o verdadeiro território entre margens, não um ponto fixo no mapa, mas o espaço que surge quando decidimos nos encontrar: os vínculos, a confiança e o desejo compartilhado. Às vezes, basta um abraço para compreender por que fazemos tudo isso. Um abraço que não resolve as dificuldades, mas nos lembra que não estamos sozinhos; que há outras pessoas caminhando na mesma direção e que, por um instante, o esforço encontra sentido na alegria do encontro'.

A Arte que nos Une | El Arte que nos Une reafirma que a arte nasce em um lugar, mas nunca permanece restrita a ele. Ela se move, transforma, cria vínculos e continua pertencendo a todos aqueles que estão dispostos a encontrá-la. Em tempos de fragmentação, a exposição convida o público a reconhecer aquilo que nos aproxima e reafirma a cultura como uma das formas mais potentes de integração entre os povos.