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Centro Cultural Correios Recife - Programação

Exposições

DIÁRIO DAS FRUTAS de Tereza Costa Rêgo e Bruno Albertim

DIÁRIO DAS FRUTAS de Tereza Costa Rêgo e Bruno Albertim

Quando Olinda e Recife fizerem aniversário, o que acontecerá no dia  12 de março, uma terça-feira, a artista/pintora Tereza Costa Rêgo e o escritor/jornalista Bruno Albertim apresentarão ao público a exposição  Diário das Frutas, que tem patrocínio dos Correios, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A mostra ficará em cartaz no Centro Cultural Correios até o dia 26 de maio,  Entidades vegetais, as frutas são articuladas como elementos da construção identitária do Nordeste. Neste projeto, os artistas se arranjam para desenhar uma certa sensualidade antropológica a partir das frutas do repertório nordestino.

Para que o real espírito da mostra seja totalmente esclarecido,usemos as palavras de Olívia Mindelo, mestre em sociologia da arte e  responsável pelo texto de apresentação.

Ela diz que o diálogo de Tereza com as frutas “jamais se apresenta  frívolo ou de pretensão realista, com todo respeito aos que encampam  este tipo de representação em torno de coisas e objetos. Mesmo na  natureza-morta, Tereza é vida, é mistério. Também na sua escrita e no  seu “didatismo”, Bruno é moleque, escritor, inventivo. Juntos,  despistam, recriam e ressignificam o tema, como a arte deve ser”.

Segue Olívia: “Seja nas pinceladas de Tereza ou na linguagem literária de Bruno, a energia lasciva se revela um dos fios condutores de ambas as criações. Sem pecado, sem regionalismo, as frutas assumem papéis sociais e poéticos, não raro carregados de simbolismo e erotismo – embora outras questões estejam presentes. Sob a pele escorregadia do caju, entre as  pontas estreladas da carambola ou perfurando o vermelho do jambo  adentro, o que vemos é a força da vida; a criação e a imaginação  brotando de tudo quanto é poro. A sensualidade entre eles é sinônimo  de vitalidade. Existe, assim, um encontro cheio de sede e suco. E é a  respeito disso que falamos: sobre o que vai além do “visível”, a  casca, e precisa ser chupado, nunca mordido – seguindo a recomendação dada por Bruno em seu texto do cajá.

Diário das Frutas, com curadoria de Bruno Albertim, Carla Valença e Tereza Costa Rêgo, retrata em telas e crônicas as visões que Tereza e Bruno têm do caju, da manga, da jaca, mangaba, sapoti, bacuri, jambo, carambola, pitanga, cajá, maçã e pera. São frutas do repertório nordestino - não necessariamente do Nordeste.

Bruno começou a escrever algumas crônicas sobre esses frutos outrora tão cotidianamente nossos e hoje já nem tão frequentes na paisagem eco-social. Incorreu em suas memórias afetivas e em relatos das frutas e aparados históricos e antropológicos em que elas ganham relevância matricial. Diz ele que a jaca "é culpada de véspera".

Suas crônicas foram utilizadas para catalizar a narrativa pictórica de Tereza Costa Rêgo, pintora que sempre teve frutas entre elementos de sua linguagem plástica. Para Tereza, a aventura pelo tema rendeu dez novas telas de grandes dimensões. Ela compilou também quadros de épocas diversas em a maçã, uma velha obsessão da artista e elemento de destaque.

Diário das Frutas poderá, também, ser ouvida. Atores, músicos e outros artistas foram convocados para interpretar e gravar as crônicas. Na concepção cenográfica de Séphora Silva, os textos poderão, além de lidos, ser ouvidos em diversas plataformas sonoras. Entre os que sonorizaram os registros, nomes como os das atrizes Ana Nogueira, Márcia Cruz e Leandra Leal e a cineasta Hanna Godoy. Ou ainda o escritor Xico Sá, o ator Matheus Nachtergaele e os músicos Fábio Trummer e Zé Cafofinho (Thiago Andrade). Como também o cantor Emílio Santiago. Para Bruno, sua aventura pelo tema rendeu 12 crônicas viscerais. Indispensável registrar que a exposição Diário das Frutas é uma realização da Relicário Produções Culturais, de Carla Valença.

E, para encerrar, citamos mais uma vez Olívia Mindelo: "Tereza é uma grande escritora pintando, Bruno é exímio pintor escrevendo".

Serviço:
Evento: DIÁRIO DAS FRUTAS de Tereza Costa Rêgo e Bruno Albertim 
Local: Centro Cultural Correios (Av. Marques de Olinda, 262 -  2º. Andar -  Bairro do Recife) 
Período do evento:12 de março de 2013 – 19h30 (para convidados)    13 de março a 26 de maio aberto ao público
Horário:   Segunda a sexta da 09 às 18 horas, sábados e domingos das 12 às 18 horas
Entrada Franca
Informações e agendamentos:  81 3224  5739  
www.centroculturalcorreiosrecife@correios.com.br
Assessoria de Imprensa: Edgard Homem – (81) 9904.0659 

BELA AURORA DO RECIFE

Obra de Wilton de Souza é analisada na exposição Bela Aurora do Recife

BELA AURORA DO RECIFE

A trajetória do artista de múltiplos suportes e técnicas, pesquisador de linguagens e gestor incansável Wilton de Souza vai ocupar um dos espaços expositivos do Centro Cultural dos Correios Recife a partir de 5 de março de 2013. A exposição Bela Aurora do Recife, que tem Betânia Correa de Araújo como curadora, percorre os caminhos trilhados pelo artista desde os primeiros esforços para o ensino informal da arte, o design gráfico e as galerias particulares nesta cidade. O projeto é patrocinado pelos Correios e Ministério da Cultura, conta com o apoio do Centro Cultural Correios – Recife e a realização da Art.Monta Design.

Pintor, gravador, escultor, tapeceiro, cenógrafo, designer. Questionado sobre com que técnica mais se identifica, Wilton respondeu “Eu sou desenhista, desenho muito, dou muito traço, risco muito, porque em todo esse traço que sai é gravada minha espontaneidade, a minha força, meu calor humano, é gravado tudo nesse trabalho. Eu me sinto muito mais à vontade como desenhista, fazendo as monotipias”.

Desde os anos 1940, Wilton vem buscando maneiras de se expressar. Introduzido no mundo das artes plásticas ao lado do irmão Wellington Virgolino, foi em 1951, com a criação do Atelier Coletivo da Sociedade de Arte Moderna, que começaram seus experimentos com temas e técnicas que se contrapunham às ensinadas na Escola de Belas Artes, provocavam elogios e críticas da imprensa, emocionavam e escandalizavam o público local.

Dez jovens artistas faziam parte da Sociedade de Arte Moderna, entre eles Abelardo da Hora, Ionaldo, Corbiniano Lins, José Cláudio, Ladjane Bandeira e Welington Virgolino. Eram conhecidos como os Modernos da Rua Velha, pois era no número 321 daquela rua que pintavam, faziam esculturas, gravuras, estudavam e discutiam arte. As paisagens retratadas por eles eram urbanas, os personagens, da cultura popular. Na gravura de Wilton de Souza se revelava com maestria o traço rápido, elegante, preciso.

Num tempo em que para se conhecer a produção europeia era necessário viajar até lá, o Atelier Coletivo começa a cumprir a missão de oferecer os primeiros cursos livres no Recife, como relembra Wilton de Souza: “A gente lutava contra o que era ensinado na Escola de Belas Artes. A gente não aceitava o academicismo. A gente aceitava a liberdade de expressão. Com a criação da Sociedade de Arte Moderna, a maior meta era criar subsídios para novos artistas. Começamos a criar cursos de pintura, de desenho. Conseguimos uma sala no Liceu de Artes e Ofícios para isso”.
Nos anos 1960, seu olhar se volta para a exposição e comercialização da obra de arte. Com o intuito de promover a sua obra, a do grupo que integrava e a de novos artistas, administrou as Galerias de Artes Rozenblit, A Bela Aurora do Recife e a Três Moedas, entre outras. Também costumava agregar obras de arte aos ambientes que criava na loja de móveis Rozenblit. “Se eu não consigo vender o meu, eu vendo de outro artista. Eu fico muito satisfeito em vender o trabalho de um colega. Porque estou incentivando, apoiando um colega. Nosso trabalho todo é de incentivo a esses artistas”, reflete Wilton.

A experiência com gravura foi fundamental para o trabalho do artista como ilustrador e designer atuante em importantes espaços no Recife, como a Editora Universitária e a Gravadora de Discos Rozenblit, onde concebeu mais de cem capas de livros e discos. Foi no ambiente do design que pode experimentar outras técnicas de gravura, trazer cores para a monotipia.

Acessibilidade
O projeto expográfico da Bela Aurora do Recife foi pensado em termos de legibilidade e acessibilidade a todos os públicos. Eduardo Souza, autor do projeto, pensou nos pontos de vista e movimentos de adultos de pé, cadeirantes e crianças e se pautou pelas normas da ABNT para projetar os quatro momentos que mostram diversas facetas de Wilton de Souza. São eles: “O artista”, com pinturas, gravuras e desenhos; “O Gráfico”, onde serão apresentadas capas de discos, livros e ilustrações; “O pesquisador”, onde a equipe de mediação vai experimentar técnicas artísticas desenvolvidas pelo artista; e “O gestor”, com um vídeo de 12 minutos com depoimentos de intelectuais e artistas sobre a participação do artista na gestão de espaços importantes para a cena das artes plásticas em Recife, como as primeiras galerias de arte oficiais do Recife, a Galeria Recife, a Galeria Rozenblit e na Galeria de Arte Metropolitana do Recife, atualmente o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, onde até hoje permanece como um dos gerentes do museu. A exposição ainda contará com o serviço, via agendamento, de áudio-descrição para deficientes visuais, desenvolvido pelos especialistas Ernani Ribeiro e Lais Castro.

Sob a coordenação de André Aquino, a ação educativa planejada para a mediação da exposição vai desenvolver suas atividades pedagógicas em um espaço preparado dentro da própria exposição, como um pequeno atelier, onde crianças de escolas públicas e particulares, irão criar desenhos semelhantes aos que o artista produz e experimentar técnicas de gravura. Para isso, serão utilizados materiais reciclados e será adotada como temática questões relacionadas ao meio ambiente. Haverá agendamento de visitas com áudio-descrição para deficientes visuais.

Serviço:
Evento:  BELA AURORA
Local: Centro Cultural Correios (Av. Marques de Olinda, 262 -  2º. Andar -  Bairro do Recife) 
Período do evento :  05.03 a 26.05.2013.
Visitação: 06.03 a 26.05.2013
Horário:   Segunda a sexta da 09 às 18 horas, sábados e domingos das 12 às 18 horas
Entrada Franca
Informações e agendamentos:  81 3224  5739  
www.centroculturalcorreiosrecife@correios.com.br
Agendamento de visitas para escolas e deficientes visuais:
agenda_belaaurora@yahoo.com.br

A face oculta de Roberto Burle Marx

Exposição de desenhos inéditos do artista ganha temporada no Centro Cultural Correios

A face oculta de Roberto Burle Marx

Um lado pouco conhecido do maior paisagista brasileiro do século XX será apresentado ao público pernambucano, a partir do dia 5 de fevereiro quando aporta no Recife a exposição Roberto Burle Marx: a figura humana na obra em desenho. A mostra, que ficará em cartaz no Centro Cultural Correios, reúne uma seleção de 121 desenhos produzidos pelo artista entre 1919, quando ele tinha 10 anos de idade, até a década de 1940. No dia 16 de março, às 16h, acontece a visita guiada e lançamento do catálogo com todas as peças em exposição.

“Trata-se de uma exposição itinerante, que já passou por Brasília e Rio de Janeiro, mostrando uma face oculta do mais renomado paisagista brasileiro reconhecido no mundo inteiro pelo seu modernismo nos jardins. Escolhemos um conjunto de obras que descortinam um Burle Marx desconhecido do grande público, como aprendiz e como artista que procura a sua autonomia e identidade”, explica a curadora Yanara Costa Haas, arquiteta do Sítio Roberto Burle Marx e mestra em Patrimônio Histórico.

O material inédito em exposição faz parte do acervo exclusivo de 1.589 desenhos pertencentes ao Sítio Roberto Burle Marx/IPHAN/MinC. São trabalhos iniciais da carreira do artista feitos sobre papel, com carvão, grafite, nanquim, lápis de cor, crayon, giz de cera, hidrocor e guache, produzidos desde a sua infância, passando pela época acadêmica até a idade madura. Toda a produção contém a figura humana como temática central e com inspiração em seus professores, como o alemão Leo Putz e Candido Portinari.

Dentre as séries em exposição, a curadora destaca 15 obras produzidas em técnica pastel sobre a figura humana na paisagem pernambucana, em bairros e localidades no Recife em 1932, quando voltou de férias da Alemanha. “Burle Marx produziu variadas cenas sempre tendo a figura humana como temática central. Nessa série, criou desenhos em aquarelas sobre as figuras do povo em ambientes pernambucanos, como Casa Amarela, Porta D’água e Peixinhos” explica a curadora, que selecionou as peças especialmente para a temporada no Recife.

Serviço:
Evento:   Exposição  Roberto Burle Marx: a figura humana na obra em desenho  
Local: Centro Cultural Correios (Av. Marques de Olinda, 262 -  2º. Andar -  Bairro do Recife) 
Abertura:  
Horário: terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 12h às 18h.
Visita guiada e lançamento de catálogo: 16 de março de 2013, às 16h. 
Entrada Franca
Informações e agendamentos: 81 3224  5739
www.centroculturalcorreiosrecife@correios.com.br

Mais informações à imprensa:
Multi Comunicação Corporativa – 3222.4912 | 3222.5906 Patrícia Xavier - 9421.3620 | patricia@multicomuniacao.com
Patrícia Natuska – 9235.3284 | natuska@multicomunicacao.com

Maracatu Rural - A magia dos canaviais
Maracatu Rural - A magia dos canaviais

A Exposição Maracatu Rural - A Magia dos Canaviais vai levar o visitante por uma viagem pela história, os personagens, o ritmo, o território, os mitos, a dança, os sincretismos religiosos de uma das manifestações culturais mais importantes do Brasil. A Exposição vai contar com fotografias, documentos históricos, vídeos, áudios, indumentárias, adereços, textos e livros. Distribuídos em painéis, telas de led e objetos de ambientação criados especialmente para a exposição.

A região da zona da mata norte de Pernambuco apresenta uma grande diversidade cultural. Desde a sua história, na formação econômica e social da região, reunindo várias etnias, costumes e tradições diferenciados; formando assim, uma população com uma cultura singular. E o Maracatu Rural se apresenta como ícone dentre tantas manifestações populares da região.

Muitas das manifestações populares da região foram criadas no imaginário dessas comunidades que viviam dentro dos engenhos e usinas trabalhando no corte, colheita e produção da cana de açúcar. A partir das suas concepções de vida, na realidade de escravidão a que eram submetidas, e o convívio entre diversas culturas reunidas numa condição humana precária; foram dando origem á costumes e culturas específicas. Transformando e recriando a dureza da vida real, na diversão e beleza do imaginário popular: com os brilhos e ritmos das brincadeiras e folguedos.

Assim, durante décadas o Maracatu Rural vem sendo a principal identidade cultural desse povo que sobrevive do corte da cana como guerreiros, que adentram o canavial seja com suas enxadas e facões para garantir o sustento de cada dia - trabalho no corte e colheita para subsistência ou com as suas lanças e guiadas para alimentar e vitalizar o imaginário cultural. Contudo, pela cultura massificadora que vem sendo imposta a essas populações, tende a desencadear um sentimento de depreciação dessas tradições populares por fazerem surgir um pertencimento e reconhecimento das suas origens que sempre estiveram à margem de todo crescimento econômico - subalternas aos costumes de uma cultura dominante.

O ineditismo dessa exposição é importante porque nunca houve no Brasil uma exposição exclusiva sobre o tema Maracatu Rural com essa configuração e com profissionais de larga experiência em suas funções. O resgate histórico é importante porque vai possibilitar o trabalho pela memória, a manutenção e a transmissão do Maracatu Rural. A Exposição conta com a participação de profissionais altamente capacitados e conhecedor do Maracatu Rural.

O projeto da exposição é da empresa Pentagrama Promoções e Produções Ltda., e a Coordenação Geral é do produtor Ângelo Filizola. A Coordenação Artística e Curadoria são de Afonso Oliveira, o experiente conhecedor de Maracatu Rural. O projeto arquitetônico é da Designer Carla Gama, profissional reconhecida com exposições realizadas no Brasil e no Exterior. Textos dos professores Severino Vicente e Valéria Vicente. Fotos de Afonso Oliveira, Ederlan Fábio, Hans e Fred Jordão.

Cinema

Cineclube Curta Doze e Meia retoma atividades no Centro Cultural Correios Recife

As sessões são abertas ao público com exibição de vídeos nacionais seguidas de debates

Cineclube Curta Doze e Meia retoma atividades no Centro Cultural Correios Recife

Retomando suas atividades abertas ao público a partir do mês de novembro, o Cineclube Curta Doze e Meia continuará promovendo sessões semanais de cinema compostas por curtas e médias-metragens nacionais no auditório do Centro Cultural Correios – CCC Recife. As exibições gratuitas são programadas através das mais variadas temáticas e neste mês de novembro o tema será “Rutílio está aqui!”. É uma homenagem a um dos principais profissionais do cinema pernambucano: o ator, produtor e diretor de elenco Rutílio de Oliveira. O artista faleceu em agosto deste ano e nas sessões o público terá acesso a vários vídeos que contaram com a sua participação nas mais diversas áreas.

Para iniciar a programação, na próxima quinta-feira (01), a partir das 12h30, serão exibidos os vídeos “Quer tapioca com manteiga, freguesa?”, “That's a Lero Lero”, “Cachaça” e “Simião Martiniano - o camelô do cinema”. Após a exibição haverá um bate-papo descontraído com a cineasta Clara Angélica e outros profissionais que trabalharam com o homenageado.

Rutílio de Oliveira, ou simplesmente Tia Rute, como era carinhosamente chamado entre os amigos, trabalhava com arte desde 1977 e em seu currículo destacam-se, entre outros, “O Baile Perfumado”, “Baixio das Bestas”, “Pedra do Reino (TV Globo)”, “Lula, o filho do Brasil” e “Febre do Rato”.

O Curta Doze e Meia conta com o patrocínio dos Correios, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é uma realização da Arrecife Produções e conta com o apoio do Centro Cultural Correios, da Opa!Caroé e da Sambada Comunicação e Cultura.

Serviço:
Evento: "CINECLUBE-Curta Doze e Meia "
Local: Centro Cultural Correios (Av. Marques de Olinda, 262 - 2º. Andar - Bairro do Recife)
Período do evento : Todas as quintas
Horário: 12:30 às 14:00 horas
Entrada Franca
Informações e agendamentos: 81 3224 5739
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