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Esclarecimento sobre investigação de eventuais irregularidades no plano de saúde

Com relação às reportagens sobre eventuais irregularidades na gestão do plano de saúde dos Correios no Rio de Janeiro, esclarecemos que o assunto já vem sendo apurado pela empresa, com apoio da PF, desde 2013.

Atualmente afastado por determinação judicial, o próprio diretor regional da empresa no Rio de Janeiro, Omar de Assis Moreira, foi quem solicitou, em junho de 2013, a investigação conduzida pela Polícia Federal a respeito de possíveis irregularidades na gestão do plano de saúde.

Moreira também instaurou processo de sindicância interno e constituiu grupo de trabalho para apoiar a apuração da PF. Denúncia sobre o caso foi encaminhada ao Ministério Público Federal, em setembro de 2013, pela Administração Central dos Correios em Brasília.

A sindicância interna a respeito dos fatos, conduzida atualmente por órgão corregedor dos Correios em Brasília, está em fase final e é acompanhada pela Controladoria Geral da União (CGU).

Ou seja, os fatos documentados comprovam que os Correios não apenas identificaram as eventuais irregularidades na gestão do plano de saúde no Rio de Janeiro, como também tomaram todas as providências necessárias para a completa apuração. Caso as irregularidades sejam comprovadas, os responsáveis serão punidos conforme previsto nos normativos internos e na legislação brasileira.

A empresa repudia o pré-julgamento de seus funcionários com base em suspeitas ou denúncias que ainda não estejam comprovadas.

E-mail — O e-mail citado pelas reportagens, de autoria do empregado João Maurício Gomes da Silva, foi enviado ao então diretor regional da empresa no Rio de Janeiro, Omar de Assis Moreira, em 28 de agosto, e no mesmo dia foi encaminhado pelo diretor regional à área de controle disciplinar dos Correios, que já apurava o assunto.

A Comissão de Sindicância instituída pelos Correios convocou João Maurício Gomes da Silva para prestar esclarecimentos, no Rio de Janeiro, em 30 de setembro e em 7 de outubro. As convocações foram realizadas por carta e por telegrama, diretamente ao empregado e também ao seu advogado, mas não foram atendidas em nenhuma das duas ocasiões. O empregado foi dispensado da função por ato administrativo do diretor regional Omar de Assis Moreira em outubro de 2013, assim que os Correios do Rio de Janeiro foram comunicados do seu indiciamento.

O empregado Marcos Esteves trabalhava na área de saúde desde 2009 (anteriormente, portanto, à nomeação de Omar de Assis Moreira como diretor regional) e foi afastado das atividades na empresa, tendo o contrato de trabalho suspenso.