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Programação do Museu Nacional dos Correios

Exposições

Exposição "Eu Lago Sou - Mário Lago um homem do século XX" resgata a vida e a obra de um artista atemporal

Exposições

Grande parte da vida e da obra de "Mario Lago" será contada em exposição realizada no Museu Nacional dos Correios em Brasília a partir do dia 03 de abril. "Eu Lago Sou - Mário Lago um homem do século XX" traz imagens superpostas por frases e versos autobiográficos, cartazes, cenas de novelas e peças teatrais, manuscritos, capas de livros e discos, além de figuras e cenários da boemia carioca, amigos, família, troféus.

Segundo a Coordenadora Geral da Exposição, Mariana Marinho, a concepção da mostra foi executada de modo que o público sinta que está sendo guiado pelo próprio artista. "A sala principal foi concebida como se o próprio Mário Lago estivesse recebendo o público em sua casa", explica.

O objetivo da exposição é mostrar para as diversas gerações como o ator, compositor e cidadão carioca Mario Lago influenciou e se deixou influenciar pela sociedade em que viveu - a qual chamava de "moldura do meu quadro", além de firmar a sua memória como um patrimônio atemporal.

A exposição leva a um passeio cronológico sobre o desenvolvimento do artista e sua interação com os principais fatos do seu tempo, década a década. Assim, é possível se deparar com episódios históricos como a segunda guerra mundial, retratada por caricatura de J Carlos, o Golpe de 64, a Revista Radiolândia, contando a história da inspiração da Música, entre outros.

Quem visitar a exposição também poderá ouvir trechos de programas de rádio das décadas de 40 e 50, e ver imagens da novela "Dancing Days" e das séries "O tempo e o Vento" e "Hilda Furacão".

Frases de Lago

"Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo. Nem ele me persegue, nem eu fujo dele. Um dia a gente sermos de ter esperança é melhor apagar o arco-íris."

"Eu era para me chamar Mario de Pádua Jovita Correia do Lago, mas nasci com mais de meio metro e menos de três quilos. Na hora do registro, meu pai pensou: e muito nome pra esse langanho levar pro resto da vida. Esta arriscado a nem vingar... Bota só Mario Lago. E olhe la!"

(AFETIVO)

"Quem quiser cante a sua Lapa
Que eu, cá, vou chorar a minha
Lapa, cachaça zurrapa
Muy decadente rainha."
(BOEMIA)

"Eu era Partido, não era do Partido. Nunca assinei ficha de filiação. Sou marxista comunista autônomo."
(POLÍTICA)

Serviço
Eu Lago Sou - Mário Lago um homem do século XX
Abertura: 02 de abril, das 19h às 22h com roda de samba - Mario Lago Filho e convidados.
Visitação: De 03 de abril a 01 de junho de 2014 - de terça-feira a sexta, das 10h às 19h e sábado, domingos e feriados das 12h às 18h.
Museu Nacional dos Correios - Brasília/DF
Setor Comercial Sul, quadra 4, bloco A, n° 256, ed. Apolo, Asa Sul.
Funcionamento:
10h às 19h, de terça à sexta-feira, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.
Entrada franca.
Informações: (61) 3213-5076 - museu@correios.com.br

MUSEU NACIONAL DOS CORREIOS RECEBE EXPOSIÇÃO DE HÉRCULES BARSOTTI

Exposições

Exposição "Hércules Barsotti - Além do Olhar" traz 30 serigrafias e versões tridimensionais que podem ser tocadas por deficientes visuais

O Museu Nacional dos Correios apresenta, de 27 de março a 25 de maio, a exposição "Hercules Barsotti - Além do Olhar", com a exibição de 30 serigrafias e mais 30 peças em material tátil da obra de Hércules Barsotti, expostas para deficientes visuais. A mostra tem curadoria de Cláudia Lopes e pode ser visitada de terça a sexta, das 10 às 19h e sábados e domingos, das 12h às 18h. A mostra tem patrocínio dos Correios e Governo Federal.

Um dos diferenciais da exposição é dar maior acessibilidade aos deficientes visuais, possibilitando que a obra bidimensional seja apreciada por pessoas que enxergam ou não. O público em geral será convidado a se submeter à experiência tátil, conduzido pela galeria por monitores treinados, que os orientarão a tocar o material, a fim de perceber as obras. O catálogo da exposição, além de incluir obras expostas, também terá textos em Braille e imagens em relevo.

A seleção das obras de Barsotti para a exposição é baseada no conjunto de sua experiência pictórica, sua pesquisa de forma e cor que o consagrou na arte brasileira. A mostra permitirá uma reflexão sobre as linguagens, uma abertura na questão do olhar, tanto no ato de enxergar quanto nos diversos modos de ver.

O artista:

Hércules Barsotti é um artista neoconcreto que nasceu em São Paulo, em 1914, e faleceu na mesma cidade, em 2010. Desenhista, pintor e programador visual, Barsotti iniciou sua formação artística em 1932, sob orientação de Enrico Vio. Paralelamente, estudou química industrial no Instituto Mackenzie (SP). Nos anos 1950, tornou-se desenhista têxtil, criando, em 1954, juntamente com Willys de Castro, um estúdio de projetos gráficos na capital paulista. Dedicou-se ao trabalho de criação no campo da arte concreta, mas não pertenceu ao Grupo Ruptura, de São Paulo.

Em 1958, viajou para a Europa entrando em contato com Max Bill, responsável pela irrupção do concretismo no Brasil. Integrou, a partir de 1960, o Grupo NeoConcreto, liderado pelo crítico Ferreira Gullar, que tinha suas bases no Rio de Janeiro, quando participou das exposições do grupo realizadas no Rio e São Paulo, e da mostra internacional Konkrete Kunst, organizada por Max Bill em Zurique. Entre 1963 e 1965, participou do Grupo Novas Tendências, que tentou reagrupar os artistas de tendência geométrica em São Paulo. Em 2004, o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou uma abrangente retrospectiva do artista, enfatizando sua contribuição à arte brasileira do século XX.

Serviço
Exposição "Hercules Barsotti - Além do Olhar"
Visitação: 28/03 a 25/05 de 2014
Local: Museu Nacional dos Correios
Endereço: Setor Comercial Sul, quadra 4, bloco A, n° 256, ed. Apolo, Asa Sul. Brasília/DF
Horário: terça a sexta-feira, de 10h às 19h. Sábados, domingos e feriados, de 12h às 18h.
Informações e agendamento de visitas: (61) 3213-5076 - museu@correios.com.br
Entrada Gratuita
Acesso para pessoas com necessidades especiais

A arte que permanece

Exposições

Coleção Chagas Freitas

O museu Nacional dos Correios recebe, a partir do dia 20, parte da coleção de Chagas Freitas na exposição A ARTE QUE PERMANECE, composta por mais de 100 obras de 40 artistas da extinta República Democrática Alemã.

A queda do muro de Berlim completa 25 anos, um marco para a Alemanha e para o mundo, sinal de novos tempos! Entretanto, as memórias de um país dividido ainda ecoam.

Em A ARTE QUE PERMANECE parte significativa da produção artística independente da época é revelada por meio da coleção de Chagas Freitas, prova viva de que muros podem ser erguidos e caírem, países podem surgir e desaparecer, mas a verdadeira arte é algo que transcende as fronteiras e o tempo. O acervo, composto por pinturas, desenhos, gravuras e fotografias de inegável qualidade estética, incorpora também documentos que apresentam um recorte da política e história mundial.

Exposições

Apesar da imponência do muro, os artistas preservaram a expressão livre e desprendida de um Estado que buscava impor o certo e o errado. Mesmo marginalizados e mantidos aquém do mercado, estabeleceram uma maneira particular de representar a realidade. A liberdade, celebrada em 1989, foi decisiva para a valorização e consolidação do trabalho desses criadores, muitos deles ainda atuantes.

A mostra, uma inconfidência oportuna no ano da Alemanha no Brasil, permite ao público o acesso a obras inéditas e descortina um período em que a arte teve de inventar caminhos novos para escapar ao controle e repressão do regime autoritário. A parceria com a Embaixada da Alemanha no Brasil e o Instituto Goethe fortalece a relação entre os dois países, aumentando a cooperação e o intercâmbio cultural.

É, assim, um privilégio para os Correios receber esta seleção criteriosa da coleção Chagas Freitas, um referencial do universo artístico da época. Os esforços de um colecionador privado, de instituições internacionais e de uma empresa estatal, permitem que o público tenha acesso a obras que, se assim não fosse, poderiam ser contempladas por apenas uns poucos privilegiados. A ARTE QUE PERMANECE está perfeitamente alinhada à proposta dos Correios de atuarem no papel de agente social, ao fomentar a cultura, ampliando horizontes e abrindo novos caminhos para o saber.

Serviço
Abertura: 20 de março | 19h00
Palestra: 21 de março | 15h00
Palestra com os artistas Matthias Jackisch e Wolfgang Scholz.
Entrada franca - sujeita à lotação do auditório.

Visitação: 21/03 a 04/05/2014

Local: Museu Nacional dos Correios
Endereço: Setor Comercial Sul, quadra 4, bloco A, n° 256, ed. Apolo, Asa Sul. Brasília/DF
Horário: terça a sexta-feira, de 10h às 19h. Sábados, domingos e feriados, de 12h às 18h.
Informações e agendamento de visitas: (61) 3213-5076 - museu@correios.com.br