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Programação do Museu Nacional dos Correios

Exposições

Improvável

Improvável

A sobreposição de linhas topográficas, representativas de ambientes reais, dá origem a uma nova percepção de um local e cria o que até então não existia: um lugar novo. É essa a grande pesquisa contemporânea feita pelo artista plástico Petrillo, que resulta na exposição em cartaz no Museu Nacional dos Correios.


Improvável

Improvável é composta por obras que representam a criação de lugares inimagináveis. Com o intercruzamento de linhas, o que na realidade é impossível que aconteça, surgem, então, novos locais. São os espaços irreais. "Estou me apropriando de levantamentos topográficos que existem e, a partir deles, reconstruindo esses lugares. Trabalho com a ideia de que esses espaços podem estar dentro do próprio espectador, possibilitando a reflexão de que o lugar não é somente um espaço físico, mas também um ambiente que pode habitar dentro de cada um", explica o artista.

Improvável

A principal proposta da mostra é estimular a percepção de uma nova espacialidade que está dentro de cada observador. É um olhar para si mesmo, para os lugares de cada um. Dessa maneira, a exposição ganhará sentidos diferentes de acordo com cada visitante, levando-se em conta o que cada um traz consigo.

Serviço
Exposição: "Improvável"
Visitação: de 11 de abril a 26 de maio de 2013.
De terça a sexta-feira, de 10h às 19h. Sábados, domingos e feriados, de 12h às 18h.
Local: Museu Nacional dos Correios - SCS, Q.04 bloco A, Ed. Apolo, nº 256 - Brasília - DF.
Telefone: (61) 3213-5076
Visite: www.correios.com.br
Entrada gratuita.
Classificação: livre


Sim, pode tocar

Sim, pode tocar

Diferente de uma exposição tradicional, que mantém os visitantes a certa distância das obras de arte, a mostra “Sim, pode tocar” convida a entrar em contato com as criações não apenas pela visão, mas também pelo tato e pela audição. São 18 esculturas do artista japonês Yutaka Toyota, que também emitem sons a partir da aproximação do espectador. O trabalho foi desenvolvido principalmente para deficientes visuais.


Sim, pode tocar

Yutaka Toyota nasceu em 1931 em Tendo, pequena cidade montanhosa localizada no estado de Yamagata, no norte do Japão. Assim como os seis irmãos, foi criado segundo os preceitos budistas. Chegou ao Brasil em 1958 e montou, no bairro da Liberdade, em São Paulo, uma pequena fábrica de artesanato e de móveis de charão, ou seja, móveis revestidos com um verniz negro ou vermelho que tem como base a laca. Paralelamente, montou um pequeno ateliê de pintura no qual utilizava tanto o óleo como a laca na realização de sua obra.

Serviço
Exposição: “Sim, pode tocar”
Visitação: de 11 de abril a 26 de maio de 2013.
De terça a sexta-feira, de 10h às 19h. Sábados, domingos e feriados, de 12h às 18h.
Local: Museu Nacional dos Correios - SCS, Q.04 bloco A, Ed. Apolo, nº 256 - Brasília - DF.
Telefone: (61) 3213-5076
Visite: www.correios.com.br
Entrada gratuita.
Classificação: livre


Memórias femininas da construção de Brasília

Memórias femininas da construção de Brasília

Aos olhos mais tradicionais e conservadores, foram os homens que alcançaram reconhecimento e notoriedade pela coragem e ousadia que revestem a história da construção de Brasília – sejam as sabidas personalidades públicas, seja a imensa horda de candangos anônimos, identificados ao menos em sua coletividade masculina. Memórias femininas da construção de Brasília No entanto, sob o signo da inovação e modernidade que marcou o projeto e o nascimento da capital federal, incontáveis mulheres de todas as partes do Brasil igualmente abraçaram o desconhecido, assumindo – com bravura e destemor – o desafio de enfrentar uma terra inicialmente adversa, inóspita, porém plena de promessas e possibilidades a partir do arrojado sonho de Juscelino Kubitschek. E quando Brasília ainda era um largo e vermelho canteiro de obras essas bravas pioneiras mostraram a que vieram, inegavelmente contribuindo na construção de Brasília e na consequente constituição de sua cultura e identidade.

Memórias femininas da construção de Brasília

É com esse olhar justo e generoso que a brasiliense Tânia Fontenele lança mais uma iniciativa de resgate tanto da memória do contingente feminino responsável por edificar uma cidade ainda por ser feita quanto de uma época singular da história do Brasil. A saga de parteiras, lavadeiras, médicas, cozinheiras, prostitutas, enfermeiras, professoras, donas de casa, mães e esposas, entre tantas outras, na virada da década de 1950 para os anos 1960, já foi contada por Tânia em seu documentário “Poeira & Batom” (2010). Agora, desdobra-se nessa exposição que reúne acervo inédito de imagens, cartas, documentos históricos, fotos e objetos pessoais que retratam o momento histórico.

Memórias femininas da construção de Brasília

Serão apresentadas ainda imagens femininas coletadas de propagandas de exemplares raros de revistas e jornais da época, bem como reportagens e estudos trazendo os hábitos, interesses e costumes das mulheres há cerca de 50 anos. A montagem da pesquisa iconográfica se deve à expressiva colaboração das mulheres candangas e suas famílias, além dos acervos do Arquivo Público do Distrito Federal, do Museu Vivo da Memória Candanga e da Biblioteca Setorial da 108/308 sul.

Serviço
Exposição: “Memórias femininas da construção de Brasília”
Visitação: de 11 de abril a 2 de junho de 2013.
De terça a sexta-feira, de 10h às 19h. Sábados, domingos e feriados, de 12h às 18h.
Local: Museu Nacional dos Correios - SCS, Q.04 bloco A, Ed. Apolo, nº 256 - Brasília - DF.
Telefone: (61) 3213-5076
Visite: www.correios.com.br
Entrada gratuita.
Classificação: livre


Correios Um Diálogo com Vilém Flusser

Correios Um Diálogo com Villem Flusser

O que um pensador de comunicação (que ao longo do tempo vem acumulando cada vez mais projeção mundial) e os Correios, sobretudo, o brasileiro, têm em comum?

Vilém Flusser de origem tcheca e naturalizado brasileiro, viveu um grande período no Brasil, após ter fugido do holocausto do nazismo. Mais tarde, veio a ensinar em instituições de ensino, como a Universidade de São Paulo e realizou alguns trabalhos para a imprensa.

Em sua intensa produção inteletuctual, sempre voltada para a discussão do processo comunicacional, escreveu diversas obras, como o livro A Escrita, cujo trabalho dedicou espaço aos Correios, em um dos seus textos, intitulado Cartas, a partir do qual propõe uma reflexão sobre o papel da comunicação intermediada pelos Correios.

Esse ponto do livro de Flusser motivou em especial, a proposta desta exposição, pois, a partir do pensamento desse comunicológo, a exposição fomenta a reflexão inicialmente lançada por Flusser, criando-se assim, um diálogo com o autor, cujo objetivo é revelar o processo do fluxo da comunicação postal.

Embora nem sempre concordante com o pensamento de Flusser, a exposição Correios Um Diálogo com Vilém Flusser é um convite ao universo peculiar e dinâmico dos Correios.

Serviço
Exposição: “Correios Um Diálogo com Vilém Flusser”
Visitação: a partir de 26 de janeiro de 2012 - de terça a sexta, de 10h às 19h – sábado e domingo e feriados de 10h às 18h.
Entrada gratuita
Local: Museu Nacional dos Correios – SCS, Q.04 bloco A, Ed. Apolo, nº 256 – Brasília - DF
Visite: www.correios.com.br
Apoio Cultural: www.correios.com.br
Realização: Museu Nacional dos Correios