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Tênis

Teliana Pereira
A parceria entre os Correios e a Confederação Brasileira de Tênis proporcionou nestes últimos cinco anos um novo e grande passo no crescimento do tênis brasileiro, com o fortalecimento na formação de atletas, o projeto de massificação, o trabalho em projetos sociais e os resultados no profissional com um dos maiores calendários de torneios do mundo, o que tem aumentado a participação de atletas de alto nível no esporte.

Atualmente contamos com um trabalho para fortalecer cada setor do tênis brasileiro, desde a entrada de crianças e adultos pelas ações de massificação em locais de grande circulação de pessoas, no trabalho do tênis como um meio de desenvolvimento social em projetos como o Wimbelemdon, na preparação para os atletas que buscam o profissionalismo.

Orlando Moraes Luz
Também temos um forte trabalho na formação de árbitros, com três representantes nos Jogos Olímpicos de Londres, o maior número da América Latina, e um trabalho de excelência na preparação de professores e técnicos de tênis que passam a utilizar métodos internacionais para que tenhamos atletas em condições cada vez melhores de preparação tanto física quanto técnica. O tênis brasileiro tem hoje o Núcleo de Ciências Aplicadas ao Tênis (NUCAT) que realiza estudos e faz o monitoramento de todos os aspectos físicos dos atletas de nossas seleções brasileiras.

Com o Circuito Nacional Correios de Tênis Infantojuvenil, em seu segundo ano, o tênis brasileiro evoluiu na formação e alcançou neste ano o quarto lugar do mundo na categoria 14 anos com o time masculino, além de vencer o Sul-Americano de 16 anos com a equipe feminina.

Em um momento de transição com a chegada de novos tenistas para acompanhar Thomaz Bellucci em alto nível no circuito mundial, jovens como Beatriz Haddad Maia, Bruno Sant'Anna, Guilherme Clezar, João Pedro Sorgi e Thiago Monteiro conquistaram títulos importantes, sendo que Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi deixaram o Brasil com duas jogadoras entre as 20 melhores juvenis do mundo pela primeira vez no tênis feminino.

Marcelo Melo
O ano de 2012 foi bastante promissor. Conseguimos conquistar o tão sonhado retorno ao Grupo Mundial da Copa Davis. O Time Correios Brasil ganhou o Campeonato Sul-americano da categoria de base 12 anos, em Lima, no Peru, também conquistou o bicampeonato sul-americano na categoria 14 anos e, na 16 anos, feminina e masculina, se classificando para o Mundial, na Espanha, onde a equipe feminina foi terceira colocada, como já dito. Além disso, a tenista Bia Maia Haddad disputou a final juvenil de duplas em Roland Garros neste ano, enquanto o mineiro Bruno Soares se destacou realizando uma das melhores temporadas da carreira, conquistando o título de duplas mistas do US Open.

O crescimento no número de torneios profissionais é responsável pelo aumento no número de tenistas brasileiros ranqueados com pontos nos rankings internacionais da ATP e da WTA. Hoje temos mais de 50 torneios Future no Brasil ao longo do ano, contando os masculinos e os femininos, sendo um dos maiores calendários do mundo. Temos o maior calendário de Challengers da América do Sul. Além disso, em 2013 teremos um WTA e um ATP no Brasil e, em 2014, serão dois torneios ATP, além de dois torneios WTA.
Bruno Soares

 

 

 

 

 

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