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Programação

Exposições

 

O Rio que o Rio não vê
Fotografias de Luiz Eugenio Leite

Exposições
Ornamentação da fachada da Agência Central dos Correios - Rua Primeiro de Março, 64 - Rio de Janeiro.

A exposição reúne 36 fotos, assinadas pelo fotógrafo, designer gráfico e historiador Luiz Eugênio Teixeira Leite, de ornamentos simbólicos das fachadas de construções civis e religiosas - instituições públicas e privadas do centro do Rio, área escolhida por ser a interseção arquitetônica de uma cidade que dali se expandiu. Nas legendas, haverá minifotografias da fachada inteira, para que o visitante se familiarize com o imóvel no qual está inserido o ornamento e possa visitá-lo e apreciar ao vivo o detalhe que as fotografias da exposição destacam.

Desde 2000, Teixeira Leite realiza esta pesquisa iconográfica que já chega a 974 ornamentos mapeados, catalogados, minuciosamente descritos e com endereço, uso original, nome do projetista, data, uso atual, autor do ornamento, técnica e data da execução. Explica que a decoração aplicada à arquitetura, isto é, a forma pela qual se idealiza um programa ornamental para a fachada de uma construção, já teve papel de destaque na História da Arquitetura. A partir de determinado momento, entrou em declínio, chegando a ser tratada com repulsa. Disso resultou um quase total abandono pelo estudo das artes da ornamentação.

"O Ecletismo, estilo que mais se valeu da ornamentação para fundamentar seu discurso arquitetônico, acabou por herdar, por tabela, essa repulsa, e tem ficado, desde há muito, esquecido pela historiografia da arte nacional", destaca. Essa pesquisa resgata nomes de artistas e artesãos executantes dos ornamentos, bem como dos arquitetos e projetistas de fachada. A partir de 2013, o autor vem estendendo o levantamento a outros bairros cariocas, incluindo portas e gradis, além decoração escultórica dessas construções.

Luiz Eugênio reuniu parte desta pesquisa no livro "O Rio que o Rio não vê - os símbolos e seus significados na arquitetura civil do centro da cidade do Rio de Janeiro", lançado em 2012, e avaliado pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) como o primeiro livro de arte do gênero no país e indicado como um dos três finalistas ao Prêmio Sergio Milliet, da mesma associação, e ao Jabuti 2013 na categoria Artes e Fotografia, entre outras indicações para prêmios.

Serviço
Exposição: "O Rio que o Rio não vê"
Abertura: 29 de janeiro de 2014, às 19h
Visitação: 30 de janeiro a 30 de março de 2014 - terça-feira a domingo, das 12h às 19h - GRÁTIS/LIVRE
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Telefone:(21)2253-1580
Patrocínio: Correios
Apoio Cultural: Centro Cultural Correios

CINEMA

“Festival Mazzaropi”

Mostras de filmes, fotografias e bate-papos homenageiam um dos principais comediantes do cinema brasileiro no período de 25 a 30 de março no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.

Desde 2006, o Centro Cultural Correios vem homenageando os grandes mestres da chanchada, entre eles Oscarito, Ankito, Grande Otelo e Dercy Gonçalves, e já atraiu milhares de  pessoas para conhecer e celebrar a trajetória destes comediantes que desbravaram o cinema brasileiro. Agora, é a vez de Mazzaropi, outro mito da comédia brasileira.

Foram 32 filmes produzidos entre 1952 e 1980. Desses, um único longa-metragem atraiu mais de oito milhões de espectadores. O responsável por tamanho sucesso chama-se Amácio Mazzaropi (1912-1981), o artista que deu vida ao imortal e carismático estereótipo do homem do campo. Seu personagem, caipira e ingênuo, mas com doses de malícia, conquistou a simpatia das massas populares, que garantiam as sessões lotadas em todos os seus filmes.

A retrospectiva vai exibir 12 filmes do comediante, entre outros, “Jeca Tatu” e “Zé do Periquito” “Casinha Pequenina” e “O Lamparina”. O público poderá conferir ainda o documentário “Mazzaropi“, primeiro longa-metragem do crítico Celso Sabadin, que também é o curador do Festival.  O filme - exibido com sucesso no último Festival do Rio - traz depoimentos de 25 pessoas, amigos e colegas do ator, diretor e produtor paulistano, e também destaca rixas com o Cinema Novo e criações de modelos de negócio pioneiros para a América Latina.  No encerramento do Festival será exibido o filme “Tapete Vermelho”, dirigido por Luis Alberto Pereira.

A exposição reúne cerca de 50 registros de imagens históricas do artista, pertencentes aos acervos da Cinemateca Brasileira e do Museu Mazzaropi, além de cartazes de filmes que marcaram sua carreira. O público poderá apreciar, também, um vídeo-documentário inédito, de 20 minutos, produzido por Raphael Germano, com relatos de importantes nomes da cena cultural brasileira.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 25, terça-feira (Abertura):

19h: Documentário “Mazzaropi” (2013) – Direção: Celso Sabadin - 105 min.

Entrevistas de Hebe Camargo, Agnaldo Rayol, Ary Toledo, Marly Marley e Ewerton de Castro.

Dia 26, quarta-feira:

12h30: “Zé do Periquito” (1960) – Direção: Amácio Mazzaropi – 100 min.

Elenco: Mazzaropi, Geny Prado, Roberto Duval, Nena Viana

Classificação Indicativa: Livre

18h30: “Chofer de Praça” (1959) – Direção: Milton Amaral – 95 min.

Elenco: Mazzaropi, Geny Prado, Ana Maria Nabuco, Carmem Morales

Classificação Indicativa: Livre

Dia 27, quinta-feira:

12h30: “Casinha Pequenina” (1963) – Direção: Glauco Mirko Laurelli  – 95 min.

Elenco: Mazzaropi, Geny Prado, Roberto Duval, Tarcísio Meira, Luiz Gustavo

Classificação Indicativa: Livre

18h30: “Uma Pistola para Djeca” (1969) – Direção: Ary Fernandes – 90 min.

Elenco: Mazzaropi, Patrícia Mayo, Wanda Marchetti, Nello Pinheiro

Classificação Indicativa: Livre

 

Dia 28, sexta-feira:

12h30: “O Lamparina” (1964) – Direção: Glauco Mirko Laurelli – 104 min.

Elenco: Mazzaropi, Geny Prado, Manuel Vieira, Zilda Cardoso

Classificação Indicativa: Livre

18h30: “Jecão...Um Fotoqueiro no Céu” (1977) – Direção: Pio Zamuner – 105 min.

Elenco: Mazzaropi, Geny Prado, Paulo Greven, Dante Ruy, Gilda Valença

Classificação Indicativa: Livre

 

Dia 29, sábado:

15h: “O Puritano da Rua Augusta” (1965) – Direção: Amácio Mazzaropi –  102 min

Elenco: Mazzaropi, Marly Marley, Marina Freire, Elizabeth Hartmann, Edgard Franco

Classificação Indicativa: Livre

18h30 : O Corintiano” (1966) – Direção: Milton Amaral – 98 min.

Elenco: Mazzaropi, Elizabeth Marinho, Lúcia Lambertini, Carlos Garcia, Roberto Pirillo

Classificação Indicativa: Livre

 

Dia 30, domingo:

12h30: “Betão Ronca Ferro” (1970) – Direção: Geraldo Affonso Miranda – 100 min.

Elenco: Mazzaropi, Dilma Lóes, Roberto Pirillo, Geny Prado, Araken Saldanha

Classificação Indicativa: Livre

15h: “Jeca Tatu” (1960) – Direção: Milton Amaral – 95 min.

Elenco: Mazzaropi, Roberto Duval, Agnaldo Rayol, Cely Campello

Classificação Indicativa: Livre

17h: “Tapete Vermelho” (2006) – Direção: Luis Alberto Pereira – 102 min.

Elenco: Matheus Nachtergaele, Paulo Betti, Cássia Kiss, Paulo Goulart 

Classificação Indicativa: 10 anos

 

Serviço:

“Festival Mazzaropi” – Cinema e exposição

Período: de 26 a 30 de março.

Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21)2253-1580

Mostra de filmes: terça, 19h (Abertura); quarta, quinta, sexta e sábado, 12h30 e 18h30; domingo, 12h 30, 15h e 17h. (Senhas 1h antes das sesões)

Exposição: visitação de terça-feira a domingo, das 12h às 19h – GRÁTIS/LIVRE

Patrocínio: Correios

Apoio Cultural: Centro Cultural Correios

LITERATURA

 

“Cora e Adélia – Receita de Poesia em um Dedo de Prosa”

 

 

 

Encontro literário no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro incentiva leitura das obras de Cora Coralina e Adélia Prado.

Com formato semelhante ao projeto “Lê Pra Mim?”, de incentivo à leitura para crianças de livros infantis brasileiros, “Cora e Adélia Receita de Poesia em um Dedo de Prosa” busca estimular o gosto pela literatura entre os adultos, incluindo os de terceira idade. O novo projeto cultural oferece ao público a dramatização dos textos das poetisas Cora Coralina e Adélia Prado com interpretação das atrizes Sônia de Paula e Nica Bonfim.

Nos papeis de grandes amigas, as personagens encontram nas obras das duas poetisas motivos para   fazerem um balanço de suas histórias, lembrando-se das passagens românticas, comoventes, alegres e divertidas. O real encontro se dá através dos textos: uma obra completa o pensamento de outra; um texto tem continuidade e resposta, na obra da outra artista.

Cora Coralina, goiana, mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. Adélia Prado, mineira, também reúne em sua prosa e em sua poesia temas recorrentes da vida provinciana.

 

Esses encontros literários terão cinco apresentações, com tradução simultânea para pessoas com deficiência auditiva por uma intérprete de Libras. A pesquisa, a seleção dos poemas e o texto que intercala a dramatização das obras das duas poetisas ficaram a cargo do ator Jackson Costa.  A direção é da atriz Rafaela Amado.

 

Serviço:

Cora e Adélia – Receita de Poesia em um Dedo de Prosa - Leituras  Dramatizadas

Período: de 26 a 30 de março de 2014 – de quarta-feira a domingo, às 19h

Local: Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21)2253-1580

Lotação: 70 lugares ( senhas distribuídas 1 hora antes de cada apresentação)

Acessibilidade: Intérprete de Libras

Patrocínio: Correios

Apoio Cultural: Centro Cultural Correios